COMIGOINTELIGÊNCIA
DEMONSTRAÇÃO EXECUTIVA • V2.4.2

Transformar informação
em decisão.

Uma camada privada de inteligência sobre sistemas, documentos e processos existentes — com fontes, permissões, auditoria e humano no circuito.

Modo apresentação
Sem substituir sistemasArquitetura agnósticaGovernança por desenho
IA
ERP
BI
DOC
OPS
AMBIENTEPúblicoACESSOLeituraFONTES5
TESE

Não criar um chatbot corporativo. Criar uma inteligência capaz de consultar, explicar, detectar, priorizar e recomendar sob regras explícitas.

Faturamento 2025R$ 14,1 bi

Fonte institucional pública.

Cooperados12.500

Escala social publicada.

Funcionários3.700

Quadro funcional 2025.

Sobras 2025R$ 793 mi

AGO 2026.

PERFIS

O mesmo cérebro. Acesso diferente.

Escolha a perspectiva para adaptar a demonstração ao interlocutor.

VISÃO EXECUTIVA • PERFIL ATIVO

Presidência

Resultado, risco e decisões

Modo público.

Nenhum dado interno é usado. Ative DADOS FICTÍCIOS para demonstrar análises operacionais, briefing, alertas e Centro de Comando.

V1.8 • INTELIGÊNCIA NA PALMA DA MÃO

A inteligência da COMIGO
onde a decisão estiver.

Uma experiência executiva que mantém contexto entre perguntas, cruza sistemas autorizados e mostra ao vivo como identidade, permissão, consulta, correlação e resposta acontecem antes da informação chegar ao gestor.

DADOS CLASSIFICADOSROTA EXTERNA BLOQUEÁVEL
01VEREstado da operação

Painéis e briefings mantêm a visão permanente.

02PERGUNTARInvestigar por voz

Uma pergunta continua a anterior sem reiniciar o contexto.

03SER AVISADOIA proativa

Riscos e oportunidades chegam antes da pergunta.

CONSULTA EXECUTIVAPRONTA PARA DEMONSTRAR
1Áudio / texto
→
2Identidade
→
3Permissão
→
4Fontes
→
5Correlação
→
6Resposta
SISTEMAS7 REGISTROS ANALISADOS24.381 TEMPO1,4 s CONTEXTOCOMIGO • visão executiva
CI
Inteligência Corporativacanal executivo • demonstração
privado
DADOS FICTÍCIOS • nenhuma conexão com dados internos reais nesta demonstração
Contexto mantido na mesma investigaçãoagora
INVESTIGAÇÃO ENCADEADA

Do conglomerado ao ponto exato

A cada pergunta, a inteligência mantém o contexto anterior e aprofunda somente o necessário.

COMIGO→Negócio→Área→Unidade→Processo→Evento
PROVA DA RESPOSTA

O que foi consultado para chegar à conclusão

agora
IDENTIDADEDiretoria • usuário autenticado
PERMISSÃOEscopo executivo autorizado
SISTEMASCompras • Contratos • Logística • Histórico
CLASSIFICAÇÃOConfidencial • processamento privado
ROTEAMENTOProvedor externo de IA: BLOQUEADO
ATUALIDADEFontes atualizadas para a simulação
O QUE ACONTECEU EM SEGUNDOS

Trilha viva da consulta

auditável
PRIVACIDADE POR ARQUITETURA

O WhatsApp é uma porta. A inteligência não mora no WhatsApp.

O canal recebe a solicitação e aplica identidade, permissão e política. Informações classificadas podem ser processadas por modelos internos, sem necessidade de enviar o conteúdo corporativo a provedores externos de modelos como OpenAI, Anthropic ou Google. Para classes críticas, a própria política pode restringir o canal e exigir uma interface corporativa interna.

Hoje o executivo precisa ir até a informação.A proposta é fazer a informação chegar ao executivo.
V1.9 • MAPA VIVO DA OPERAÇÃO

Da COMIGO inteira
ao ponto exato.

Uma visão navegável da organização conectada à mesma camada de inteligência. O executivo identifica onde está o risco, aprofunda a investigação e chega ao evento que merece decisão.

VISÃO DEMONSTRATIVAATUALIZANDO • AGORA
DADOS FICTÍCIOSEstrutura demonstrativa. Nomes de áreas e eventos são arquétipos de integração e não representam organograma, unidades ou indicadores reais da COMIGO.
CRÍTICOS2prioridade imediata
EM ATENÇÃO5investigação recomendada
OPORTUNIDADES4potencial identificado
ESCOPO VISÍVELCOMIGO inteiraprofundidade 0–2
RADAR EXECUTIVO

Estado da organização em uma única visão

leitura • fictício
críticoatençãooportunidadenormal
COMIGO
CONGLOMERADO

COMIGO

ATENÇÃO

Selecione um ponto do mapa para abrir contexto, sinais e ação sugerida.

IMPACTO / SINAL11 sinais priorizados
PRÓXIMA AÇÃO SUGERIDAInvestigar primeiro os pontos críticos e de atenção.Nenhuma ação é executada automaticamente.
SISTEMAS CORRELACIONADOS
SINAIS QUE SUSTENTAM A VISÃO
PRIORIDADE

Onde investigar primeiro?

agora
DRILL-DOWN

Uma visão. Vários níveis de profundidade.

COMIGO→Negócio→Unidade / Área→Operação→Processo→Evento
Não é preciso saber em qual sistema procurar.É preciso saber o que precisa ser decidido.
AGENTES ESPECIALIZADOS

Cinco inteligências. Uma governança.

Escolha um agente para ver missão, ferramentas, limites e perguntas executáveis.

AGENTE SELECIONADODiretoria

FERRAMENTAS
LIMITES
PERGUNTAS DE DEMONSTRAÇÃO
Selecione uma pergunta para executar a demonstração.
POC • MÉTRICAS • ROI

Começar pequeno. Medir antes de escalar.

O projeto não pede fé em IA. Pede autorização para um experimento controlado com baseline, gates e métricas auditáveis.

FASE 0

Descoberta

Processos, dados, risco, patrocinador e baseline.

Gate: problema definido
FASE 1

Sandbox

Dados aprovados e ambiente isolado.

Gate: segurança + UX
FASE 2

POC

1–3 casos, poucos usuários, leitura.

Gate: qualidade + tempo
FASE 3

Piloto

Integrações reais controladas.

Gate: ROI + risco
SIMULADOR CONCEITUAL

Quanto vale recuperar tempo?

VALOR ANUAL DE PRODUTIVIDADER$ 384.000Exemplo ilustrativo. Não representa economia financeira capturada.
MÉTRICAS DO PILOTO
  • Tempo antes/depois
  • Resolução correta
  • Intervenção humana
  • Economia identificada × capturada
  • Custo por tarefa
  • Precisão das fontes
  • Incidentes e violações
  • Adoção e satisfação

ROI auditável: (benefício capturado − custo total) ÷ custo total.

V2.2 • BUSINESS CASE & ROI AUDITÁVEL

Benefício identificado.
Benefício capturado.

Três naturezas de valor, três formas de provar resultado. A plataforma não transforma produtividade ou risco evitado em economia financeira sem evidência.

STATUS DO CASOHIPÓTESE • NÃO AUDITADA
BENEFÍCIO IDENTIFICADOR$ 0oportunidade calculada
BENEFÍCIO RECONHECIDOR$ 0após taxa de captura
ROI DO CASO0%(benefício reconhecido − custo) ÷ custo
PAYBACK TEÓRICO—com premissas atuais
CASOS DE USO

Onde medir valor

dados fictícios
REGRA DE CONSISTÊNCIA Não somar categorias diferentes como se fossem o mesmo caixa.

Economia financeira, produtividade e risco evitado permanecem separados até existir uma regra de reconhecimento aprovada.

ECONOMIA FINANCEIRA

Compras & Contratos

Selecione um caso.

PREMISSAS SINTÉTICAS
MÉTODO

Da hipótese ao benefício reconhecido

AGUARDANDO
1Baselinequanto acontece hoje
→
2Hipótesequal melhoria atribuímos
→
3Mediçãoo que mudou de fato
→
4Capturaqual parcela foi realizada
→
5Auditoriaqual evidência sustenta
IDENTIFICADOR$ 0
RECONHECIDOR$ 0
NATUREZA DO VALOR

Não misturar benefícios

ECONOMIA FINANCEIRAR$ 0caixa/custo somente quando comprovado
PRODUTIVIDADER$ 0capacidade utilizada, não corte automático
RISCO EVITADOR$ 0impacto evitado e validado
FÓRMULA DO CASO—

—

EVIDÊNCIA

O que precisa existir para provar o resultado

0/5

Na demonstração, os itens são sintéticos. Em piloto real, a área responsável e Auditoria definem quais evidências são suficientes.

COMPARAÇÃO

Três business cases. Três tipos de valor.

Não existe “ROI corporativo” confiável somando benefícios heterogêneos sem regra contábil.A comparação serve para priorizar pilotos, não para inflar um business case.
PRINCÍPIO

Economia identificada ≠ economia capturada. O piloto deve provar baseline, causalidade, captura e evidência antes de transformar uma oportunidade em resultado financeiro.

V2.3 • EVIDÊNCIA OPERACIONAL

A resposta não termina
na conclusão.

Ela mostra o que é fato, o que foi inferido, quais registros sustentam a análise, o que limita a conclusão e quando cada fonte foi atualizada.

CONTRATO DE RESPOSTARASTREÁVEL • DADOS FICTÍCIOS
CONFIANÇA—não significa verdade absoluta
COBERTURA—fontes relevantes cobertas
ATUALIDADE—recência das evidências
CONTRADIÇÕES—qualificações preservadas
INVESTIGAÇÕES

Escolha a conclusão

sintético
REGRASem evidência suficiente, a inteligência deve reduzir confiança ou não concluir.
—

Selecione uma investigação

—

—
FATO

—

INTERPRETAÇÃO

—

RECOMENDAÇÃO

—

não executada automaticamente
PACOTE NÃO GERADO
COMO A CONCLUSÃO FOI FORMADA

Pipeline de evidência

AGUARDANDO
1Identidadequem perguntou
→
2Permissãoo que pode consultar
→
3Recuperaçãoregistros relevantes
→
4Reconciliaçãofontes comparadas
→
5Contradiçãosinais que enfraquecem
→
6Conclusãofato ≠ inferência
→
7Auditoriatrilha registrada
LEDGER DE EVIDÊNCIAS

Registros usados na resposta

0 registros
SISTEMA / REGISTROCAMPO / VALORATUALIDADERELAÇÃO
DRILL-DOWN

Selecione um registro

—

Abra uma linha do ledger para ver exatamente como aquele registro participa da conclusão.

FONTES CONSULTADAS
LIMITAÇÕES & CONTRAEVIDÊNCIAS

O que impede excesso de confiança

LIMITAÇÕES
CONTRAEVIDÊNCIAS / QUALIFICAÇÕES
CONFIANÇA EXPLICÁVEL

Por que este nível?

Confiança é um indicador demonstrativo de cobertura, atualidade e consistência. Ela diminui quando há contradições ou lacunas; não substitui validação humana.

TRILHA DE AUDITORIA

Da pergunta à resposta

append-only por conceito
PRINCÍPIO

Uma resposta corporativa precisa ser contestável. O executivo deve conseguir abrir a conclusão, verificar as fontes, enxergar limitações e distinguir evidência direta de interpretação da IA.

V2.4 • INTELIGÊNCIA PROATIVA

A melhor pergunta
pode ser nenhuma.

Enquanto a organização opera, a inteligência pode detectar sinais, abrir investigações, descartar ruído e preparar somente o que realmente merece atenção. Todos os eventos abaixo são sintéticos e demonstrativos.

JANELA NOTURNA00:00 → 06:30 • AGUARDANDO DEMO
SINAIS MONITORADOS18.742eventos sintéticos na janela
INVESTIGAÇÕES12candidatos aprofundados
ESCALADOS3chegaram ao briefing
BRIEFING06:30nenhuma ação automática
INVESTIGAÇÕES DA MADRUGADA

O que mereceu aprofundamento

dados fictícios
—

Selecione uma investigação

—

—
IMPACTO—CONFIANÇA—CLASSIFICAÇÃO—
AGUARDANDO
POR QUE CHEGOU À DIRETORIA——
DA DETECÇÃO AO BRIEFING

Uma investigação sem pergunta humana

—
REDUÇÃO DE RUÍDO

O que não deve chegar ao executivo

99,98% filtrado
SINAIS18.742
CANDIDATOS113
INVESTIGADOS12
BRIEFING3
Regra:O objetivo não é alertar mais. É alertar melhor.
SINAIS DESCARTADOS

Por que não chegaram à diretoria

GATE DE ESCALONAMENTO

Materialidade antes do alerta

—
—/ 100
gate 70
Impacto, persistência, confiança, novidade e acionabilidade explicam por que o sinal sobe ou para.
HIPÓTESES TESTADAS

O que perdeu força durante a investigação

Descartar uma hipótese não é “provar o contrário”; significa apenas que as evidências disponíveis reduziram sua força na análise.

BRIEFING 06:30

Três assuntos. Nenhuma ação automática.

TRILHA PROATIVA

O que aconteceu antes de alguém perguntar

auditável
PRINCÍPIO

Proatividade não é autonomia irrestrita. A inteligência pode observar, investigar, priorizar e avisar. A autoridade para ações críticas continua com pessoas e políticas definidas pela organização.

RAG PÚBLICO • EVIDÊNCIA ANTES DA RESPOSTA

Resposta com fonte.
Não com memória.

A busca local recupera evidências do corpus institucional e mostra exatamente o que sustentou a resposta.

CORPUS11 FONTES
CORPUS PÚBLICO VERSIONADO carregando…
RASTREABILIDADE

As evidências usadas aparecerão aqui.

A demonstração diferencia claramente “encontrei suporte” de “não há base suficiente”.

EXPERIÊNCIA DO COOPERADO • DADOS FICTÍCIOS

Um relacionamento simples por fora.
Governado por dentro.

O cooperado acessa somente seus próprios dados e serviços autorizados.

CO
Cooperado DemonstraçãoCOOP-012500
AMBIENTE DEMONSTRAÇÃONenhum dado real de cooperado está presente nesta versão.
CARGAS EM ABERTO2acompanhamento autorizado
DOCUMENTOS PENDENTES1requer atenção
SITUAÇÃORegularexemplo fictício
RELACIONAMENTO92índice demonstrativo
ASSISTENTE DO COOPERADO

O que você precisa resolver?

escopo pessoal
Posso consultar apenas os dados fictícios deste cooperado e orientar sobre cargas, documentos e solicitações.
CARGAS

Acompanhamento

DOCUMENTOS

O que está disponível

HISTÓRICO

Movimentação demonstrativa

Índice relativo apenas para demonstração visual. Não representa movimentação real.

POR QUE ISTO É SEGURO?

O cooperado não entra no “cérebro corporativo”.

Autenticação→Identidade→Somente próprios dados→Serviços permitidos
AI CONTROL PLANE • TI & GOVERNANÇA

Quem usa. O que acessa. Qual modelo. Qual ação.

A governança deixa de ser documento e vira infraestrutura executável.

PLATAFORMAOPERACIONAL
CONSULTAS HOJE18.472ambiente fictício
USUÁRIOS ATIVOS642perfis controlados
BLOQUEIOS37política aplicada
ROTEAMENTO LOCAL76%privacidade + custo
CATÁLOGO DE MODELOS

Motor substituível por política

agnóstico
ROTEAMENTO

Decisão antes da inferência

1Classificar tarefa
↓
2Classificar dado
↓
3Aplicar política
↓
4Escolher modelo
76% local24% externo autorizado
RBAC

Permissões por função

least privilege
HUMANO NO CIRCUITO

A IA recomenda. A autoridade decide.

TRILHA DE AUDITORIA — DEMONSTRAÇÃOimutável por conceito
RAGPolítica de Privacidadepermitido
ROTEAMENTODados críticos → modelo localpermitido
BLOQUEIOElevação de privilégio do agentebloqueado
APROVAÇÃORecomendação de renegociaçãopendente
REGRA DE OURO

Identidade e permissão vêm antes da inteligência. O agente nunca recebe mais acesso do que o usuário e a tarefa exigem.

V2.0 • SEGURANÇA EMPRESARIAL VISÍVEL

Antes da IA responder,
a política decide.

Identidade, classificação da informação, canal e roteamento são avaliados antes de qualquer inferência. A demonstração abaixo usa somente cenários sintéticos.

MOTOR DE POLÍTICAOPERACIONAL
DADOS CRÍTICOS100% localno cenário demonstrativo
PROVEDOR EXTERNO0 bytesno cenário crítico
BLOQUEIOS DE POLÍTICA37métrica fictícia do ambiente
REGRAIdentidade primeiroleast privilege antes da inferência
CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO

A política muda conforme a sensibilidade.

cenário demonstrativo
ESCOLHA UM CENÁRIO

Veja a política tomando a decisão.

Importante: WhatsApp é uma interface externa. Para informação crítica, a própria política pode bloquear o canal e exigir ambiente corporativo interno.
—

Selecione um cenário

AGUARDANDO
SOLICITAÇÃO

A execução demonstrativa aparecerá aqui.

1Identidadeaguardando
→
2Classificaçãoaguardando
→
3Canalaguardando
→
4Roteamentoaguardando
→
5Decisãoaguardando
DECISÃO DA POLÍTICAAinda não executado

A política será aplicada antes de qualquer conteúdo ser enviado a um modelo.

O QUE SAIU DA ORGANIZAÇÃO?

Privacidade mensurável.

aguardando
BYTES PARA IA EXTERNA—
REGISTROS EXTERNOS—
PROCESSAMENTO LOCAL—

Selecione e execute um cenário para visualizar o roteamento.

TRILHA DA DECISÃO

O bloqueio também deixa evidência.

auditável
Nenhum cenário executado.
PRINCÍPIO

Nenhum dado classificado precisa ser enviado a fornecedor externo de Inteligência Artificial. A política pode obrigar processamento local, bloquear canais externos e exigir aprovação humana conforme a classe da informação e a ação solicitada.

V2.1 • ROTEAMENTO INTELIGENTE VISÍVEL

A pergunta pode ser a mesma.
O caminho não.

A camada de inteligência classifica tarefa e informação, elimina rotas proibidas e compara as opções elegíveis por privacidade, latência, custo e capacidade. Tudo abaixo é demonstrativo.

ROUTER CORPORATIVOPOLÍTICA ATIVA
CRITÉRIOS4 dimensõesprivacidade • latência • custo • capacidade
REGRAPolítica primeiroscore nunca supera um bloqueio
MOTORESSubstituíveiso patrimônio é a camada de decisão
FALLBACKControladorota alternativa só se for elegível
MESMA PERGUNTA • CONTEXTOS DIFERENTES

Escolha o contexto.

dados sintéticos
PERGUNTA“Explique esta situação, destaque os riscos e recomende o próximo passo.”
PRIORIDADE DE ROTEAMENTO

A política continua soberana mesmo quando a prioridade muda.

—

Selecione um contexto

—

AGUARDANDO
1Tarefaaguardando
→
2Classeaguardando
→
3Políticaaguardando
→
4Elegibilidadeaguardando
→
5Scoreaguardando
→
6Rotaaguardando
ROTA ESCOLHIDAAinda não calculada

Execute o roteamento para comparar apenas os motores autorizados pela política.

LOCALIDADE—
LATÊNCIA EST.—
ÍNDICE DE CUSTO—
SAÍDA EXTERNA—
MOTORES CANDIDATOS

Primeiro elegibilidade. Depois score.

aguardando
PESOS DO MOMENTO

O que está pesando na decisão?

—

Os pesos ajustam a preferência entre rotas elegíveis. Eles não autorizam uma rota proibida.

POR QUE ESTA ROTA?

Decisão explicável.

auditável

Nenhum roteamento executado.

A trilha aparecerá após a execução.
COMPARAÇÃO

Uma pergunta. Rotas diferentes conforme o contexto.

Execute um cenário ou simule os quatro contextos.
PATRIMÔNIO DIGITAL

O valor não está em depender de um modelo específico. Está em possuir identidade, políticas, dados, conectores, agentes, auditoria e um roteador capaz de escolher — ou bloquear — cada motor conforme a situação.

ARQUITETURA

O patrimônio não é o modelo.

O patrimônio é a camada de identidade, dados, agentes, integrações e governança.

USUÁRIO / SSO
↓
GATEWAY COMIGO IA
política • roteamento • custo • logs
↓
ERP
BI
DOCUMENTOS
OPERAÇÃO
↕
Kimi / local
OpenAI
Claude/Gemini
Próximo modelo
Local quando crítico

Dados sensíveis podem permanecer na infraestrutura controlada.

Híbrido quando vantajoso

Roteamento para modelos externos apenas sob política.

Substituível por desenho

Trocar o motor sem reconstruir o produto.

IMPLANTAÇÃO • COMO SAIR DA DEMONSTRAÇÃO PARA UM PROJETO REAL

Começar pequeno.
Provar valor.
Escalar com governança.

Esta é a tradução comercial e operacional da proposta: o que implantar, em que sequência, com quais entregas e com quais critérios de avanço.

MODELO DE ENGAJAMENTODIAGNÓSTICO → SANDBOX → POC → PILOTO → ESCALA
FASES5da descoberta à escala
REGRAROI antes da expansãosem aposta cega
CONTROLEhumano + políticagovernança executável
ENTREGA INICIALdiagnóstico + sandboxbaixo risco, alto aprendizado
ROADMAP

Fases do projeto

cumulativo
DETALHE

Selecione uma fase

—

Clique em uma fase do roadmap para abrir objetivos, entregas e pré-requisitos.

ENTREGAS
O QUE PRECISAMOS
TRILHAS INICIAIS

Por onde faz sentido começar

PRÓXIMA REUNIÃO

O que levar para sair da ideia e entrar no projeto

COMIGO
  • Definir patrocinador executivo.
  • Nomear um ponto focal de TI.
  • Escolher 1 ou 2 problemas reais de alto valor.
  • Validar política mínima de sandbox.
CLAN DIGITAL
  • Conduzir diagnóstico e blueprint técnico-operacional.
  • Montar sandbox controlado e experiência de demonstração.
  • Propor métricas de sucesso e governança do piloto.
  • Operar POC, medir resultados e coordenar evolução contínua.
TESE COMERCIAL

Não estamos vendendo “um modelo”. Estamos propondo uma capacidade institucional: inteligência aplicada com identidade, governança, rastreabilidade e implantação progressiva.